REBELIÃO

Light Novel

Cap. 11

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Essa noite promete ser longa.

Enquanto Keiro, Zira, a Família de Marine e Nayane andam pela grama baixa, a imensa lua cheia tornava o caminho mais luminoso, porém não menos tenebroso. Seria uma noite bonita se não fosse tão infeliz.

Keiro para abruptamente e começa a olhar em volta procurando por alguém, surpreso ele exclama “Senti a presença de um legionário!”. Mas, Zira dá de ombros e zomba “Só aqui nós temos dois, iria ser estranho se você não sentisse”.

Keiro liga seu sabre de luz azul e fica em guarda “Não estou falando sobre mim e ele. Há mais alguém aqui!”.

Zira resolve dar uma boa olhada em volta, mas vê apenas um céu cheio de estrelas, uma lua grande e brilhante, um monte de árvores e os mesmos medíocres que a enojavam. Então com as mãos na cintura ela revira os olhos desdenhosa “Não vejo ninguém, isso é paranoia sua”.

Koyäng também sente a mesma presença, mas diferente de Keiro, ele a identifica de imediato e suspira aliviado “Teremos ajuda” pensa.

Irritado, Keiro segura Aisha pelo braço e a puxa com força  assustando-a. Koyäng quase reage, mas segura o instinto protetivo fechando os olhos e suspirando fundo “Paciência…”.

A boca de Keiro está tão perto do rosto de Aisha que ela consegue sentir a respiração rápida dele, é evidente que ele está aflito. Keiro a ameaça “Não é possível que esta nave esteja tão longe. Não me enrole! Você não sabe do que sou capaz!”

Mesmo assustada, Aisha engole em seco e o encara “Eu sei sim do que você é capaz, e é por isso mesmo que estou cooperando com você. Aqui está a nave”. Keiro solta Aisha e vira-se para a direita, depois para a esquerda sem acreditar muito “Ah é? Já chegamos? E por que eu não vejo nenhuma nave?”.

Aisha se aproxima da montanha e diz “Minha família, minha vida”. Uma voz eletrônica soa na escuridão “Identificação de voz atendida. Princesa Aisha, seja bem-vinda!”.

A montanha começa a se desfazer em meio a pequenas faíscas elétricas, entre elas surge uma nave de porte pequeno que acende as suas luzes e inicia o carregamento para decolagem.

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Keiro sorri satisfeito “Inteligente! Um campo energético camuflado. Vocês pensaram em tudo, não é mesmo? Bom, aqui acaba o passeio. Lamento, mas temos de ir embora”.

Zira grita “Não! Agora é a hora em que acabamos com todos eles! Vamos fazer buraquinhos…” ela sorri sadicamente enquanto seus olhos brilham de um jeito estranho.

Keiro a interrompe “Vamos agora!”, Zira se opõe “Mas você disse que iríamos acabar com todos eles!”, a ansiedade de Keiro aumenta “É, eu sei o que disse, mas não temos mais tempo”, “Como assim? Nós temos todo o tempo do mundo!”, “Eu estou dizendo que não temos mais tempo! Estamos em risco, vamos agora!”. Zira não cede.

“Não me importa! Eu vim aqui para vingar a minha irmã, e é isso o que eu vou fazer! ” ela aponta a arma novamente para a cabeça de Marine enquanto a segura apertado contra o peito.

De entre as folhagens de uma árvore surgem os olhos cintilantes de um gato. Eram dois faróis, amarelos e radiantes que os mirava de cima.

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Keiro encara os olhos de fogo e tenta fazer troça para disfarçar o nervosismo “Gatos e árvores… Eu deveria ter imaginado”.

Como todo bom gato, Keinara dá um salto certeiro sobre as costas de Zira. Com o braço esquerdo ela prende o pescoço da assassina e a puxa para trás. Zira involuntariamente solta Marine que cai pesadamente no chão atordoada.

Enquanto Zira tenta soltar-se, com a mão direita Keinara crava as suas unhas afiadas no braço de Zira de forma que ela grita de dor e solta a arma ficando totalmente indefesa à mercê da legionária.

Rapidamente Koyäng puxa a esposa para trás de si e liga o seu sabre de luz. Tudo acontece muito rápido e Keiro se posiciona contra Koyäng.

Marine fica sentada no chão sem compreender nada, olha para Keinara assustada. Seu pai já a havia contado sobre um mundo onde havia pessoas-gato. Mas imaginar uma pessoa-gato e estar diante de uma pessoa-gato causavam sensações muito diferentes. Além disso, tudo aquilo não passava de história para crianças!… Ou, talvez não.

Koyäng grita para Keinara em um idioma diferente do de Borbol, um idioma que Marine entende, mas que acreditava ser inventado pelo pai “Minha jovem, há quanto tempo…” ele sorri com uma mescla de carinho e desgosto, em tom de suplica “Por favor, leve as duas jovens com você. Salve-as!”.

Enquanto luta para prender Zira com os braços em um mata-leão, Keinara responde “Não general! Eu vim para capturá-los. Não posso voltar de mãos vazias. Eles…” Mas Koyäng a interrompe com lagrimas nos olhos “Eu te imploro! Por Óregon, farei o meu melhor para segurá-los aqui”.

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Keinara fica confusa. Ela não é do tipo que deixa as emoções falarem mais alto, além de que seria uma desonra voltar de mãos vazias, e ela nunca voltou de mãos vazias. Porém, ao olhar Nayane e Marine apavoradas, tremendo e deixando claro que nunca haviam passado por tamanho trauma, ela sente angústia e pela primeira vez questiona o objetivo original de uma missão, este é um sentimento conhecido como compaixão.

Ela aperta mais um pouco o pescoço de Zira, apenas o suficiente para que ela desmaie. Depois se apressa a puxar Marine pelo braço “Vamos! Eu te levarei a um lugar mais seguro”. Marine entende as palavras de Keinara. 

A jovem não sabe o que a deixa mais assustada, se é o perigo do momento ou se são as duras revelações indigestas. Tudo é tão absurdo!

Marine segura a mão de Keinara e fica de pé. Keiro percebe que Zira está desmaiada e vira-se para impedir Keinara, mas Koyäng estende a sua mão e usando telecinese puxa Keiro com força fazendo com que ele bata as costas na nave.

Em um acesso de fúria Keiro grita “MALDITOS! Eu vou acabar com todos vocês!”. Rapidamente ele se levanta, usando telecinese puxa o seu sabe de luz e corre de encontro a Koyäng que o intercepta. Os dois sabres de luz chocam-se soltando faíscas e uma batalha se inicia adornada por um belo show de luzes.

Enquanto Keinara puxa Marine pelo braço “Vamos jovem, obedeça ao seu pai” ela se nega a abandonar sua família “Eu não vou deixar meus pais, não vou!”

Nesse meio tempo Zira acorda e mesmo enxergando embaçado consegue ver a silhueta de Keinara, ela resmunga “Gata maldita… Você de novo…” cambaleante ela começa a se levantar e procurar por sua arma.

Finalmente Keinara perde a paciência “Vamos logo! Você não tem como ajudá-los, só vai atrapalhar ficando aqui”, mas Marine balança a cabeça com olhos marejados “Não, não posso…” Então Keinara grita “Você é fraca! Não percebe? Está atrapalhando! Deixe o seu pai cuidar do assunto e venha!”. Marine para as lagrimas e percebe o quanto é inútil.

Foram palavras duras de fato, mas ajudaram Marine a sair do seu estado de paralisia emocional fazendo-a correr para longe da batalha. Nayane segue as duas por instinto naquele pensamento de que qualquer lugar é melhor do que estar ali.

Zira agora de pé a uma distância de dez metros e com a sua arma em mãos começa a atirar lasers na direção das jovens. Keinara ouvindo os disparos rapidamente se volta para trás e desvia o ataque com o seu sabre de luz magenta. Porém, são muitos tiros e um passa pelo bloqueio acertando de raspão o braço de Marine, queima tanto que ela solta um gemido de dor.

Aisha ao ouvir os gemidos da filha se desespera, ela sabe o quanto tudo pode acabar muito mal e no idioma local de Borbol ela grita com a filha “Marine, obedeça! Vá com ela!”. Mas a jovem é irredutível “Não! Eu não vou!”.

Koyäng sabe o quanto a filha é teimosa e pensa em uma forma de dar mais tempo para Keinara. Com uma mão ele segura o sabre de luz e continua a lutar contra Keiro, mas com a outra mão ele usa telecinese e puxa a arma das mãos de Zira jogando-a para bem longe de vista.

Zira surpresa esbraveja “O que? Minha arma! Devolva! Seu desprezível!”

Keinara percebendo o tamanho do desespero daquele legionário, não, daquele pai, resolve tomar medidas mais drásticas. Ela levanta Marine pela cintura e a joga sobre os ombros, Marine tenta se soltar e grita em meio as lágrimas “Me deixa! Eu quero ficar com os meus pais! Me solta!” não há outra opção, então Keinara pega um dardo calmante e o aplica na coxa de Marine. Aos poucos ela foi se acalmando, perdendo as forças, ouvindo longe, vendo longe e de repente tudo acabou.

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Mesmo Nayane estando pálida e gélida, ela corria na mesma direção de Keinara. Ela sabia que se os pais de Marine confiavam naquela mulher-gato, que ela também podia confiar. As três entraram na nave de Keinara que era pequena, tinha lugar apenas para quatro pessoas.

Keinara colocou Marine desacordada em uma cadeira e a prendeu com o cinto de segurança. Nayane sentou-se automaticamente em outra cadeira e se prendeu ao assento por conta própria. Para ela tudo aquilo parecia um sonho surreal de ficção cientifica misturado com um filme de terror.

Keinara sentou-se na cadeira de piloto e apertou vários botões fechando a porta da nave e dando início ao carregamento de partida. Uma grande fumaça se formou por debaixo da nave fazendo o mesmo chiado de quando um trem começa a sair.

 A nave começou a se erguer a uns cinco metros do chão. Após fechar o cinto ela puxa o manche para cima embicando a ponta da nave e puxa outra alavanca que parece um câmbio para trás. 

Na traseira da nave uma luz amarela forte indica que o motor vai iniciar o seu trabalho e quando a nave atinge cerca de vinte metros acima do chão ela decola como um raio em direção ao céu estrelado, ao infinito e além.

Continua na segunda temporada.

Mensagem da Autora

Espero que este capítulo tenha te dado um gás de curiosidade ♥

Amo demais criar cada capítulo novo desta história, não só de escrever, mas também de desenhar. É realmente incrível!

Mas tenho que te confessar que está sendo muito difícil encontrar tempo para me dedicar aos novos capítulo. Não consigo nem mesmo colocar mais um prazo na entrega.

Por isso quero pedir a sua ajuda. Quero finalizar esse projeto e entregar uma história divertida que te faça esquecer um pouco os problemas da vida, afinal é isso que buscamos em um bom livro, filme ou seriado, não é verdade?

Mas sozinha eu sei que não vou conseguir realizar isso. Então decidi lançar um Cartase para arrecadar fundos e conseguir finalizar e entregar esta história em até três meses.

Ainda estou planejando o valor final do projeto e as recompensar a serem dadas aos apoiadores. O valor para ajudar vai começar em R$ 10 – menos do que o preço de um livro gringa kkkkk

Quando tudo estiver pronto quero avisar você para poder participar na realização deste sonho.

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