REBELIÃO

Light Novel

Cap. 01

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A paz pode desaparecer tão rápido quanto um piscar de olhos. Um desejo, um plano, uma execução, e nada mais será como antes.

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Na vasta escuridão do universo paira um planeta único, fora do comum.

Óregon é a sede e o lar dos legionários, soldados dispostos a defender as suas crenças com a própria vida.

Para a sua proteção, foram projetadas três luas artificiais, elas cobrem o planeta com um escudo desintegrador. Em breve esta aparente invulnerabilidade será testada.

Mesmo sendo um planeta artificial a sua atmosfera é bela e convidativa.

Em seu centro, uma imensa torre prateada reluz.

Muitas são a entradas abertas, prontas para receber naves de legionários e de representantes da Ordem dos sete.

No hangar vinte e dois, pousa a nave vermelha de uma das mais bem-conceituadas legionárias.

Após espalhar muito vapor, a porta lateral se ergue lentamente revelando as silhuetas de duas mulheres.

Uma tem a aparência de gato, com pelagem bege, volumosos cabelos cacheados e vibrantes olhos amarelos. Esta é Keinara.

A outra é uma humana de um metro e noventa, loira e com ardentes olhos verdes, repletos do mais puro ódio. Esta é Zira.

Enquanto uma acredita estar lutando por justiça e paz universal, a outra com, justificada mágoa, luta em prol de vingança.

Zira anda quieta, de cabeça baixa, pois mais uma vez os seus planos foram desfeitos pela mesma sombra de sempre, Keinara. Sempre prevendo os seus passos, sempre a capturando, sempre a atrapalhando. A sua raiva não é sem motivo.

O som de passos ressoa sobre o piso metálico, as duas seguem em direção a uma entrada comum.

Ao passar pela porta, elas encontram uma outra legionária de aparência felina e pelagem amarela. Seu nome é Suna.

Ansiosa, ao avistar Keinara ela sorri “Boa tarde Keinara! Seja bem-vinda a Óregon.”

Keinara corresponde o sorriso amistosamente “Boa tarde Suna. Obrigada por atender ao meu chamado”.

Suna encara Zira com desdém “Essa aí deve ser a prisioneira problemática, né?”.

Keinara fecha os olhos e dá um longo suspiro “É, é sim. Bem problemáticazinha ela. Por isso mesmo eu te aconselho a ficar alerta. Ela parece frágil, mas é tão astuta como uma cobra”.

Suna franzi as sobrancelhas, pois sente-se um pouco ofendida “Eu agradeço o seu conselho, mas não precisa se preocupar. Essa aí não será problema”.

Keinara dá de ombros “Bom, é o que eu espero. Porque eu não quero ver nunca mais essa cara” e entrega o controle das algemas para Suna, que rapidamente garante “Já escoltei prisioneiros mais perigosos do que ela”.

Keinara sorri com um discreto deboche de canto de boca, ela acha engraçado o como Suna se ofende com facilidade “Ah sim, eu sei. É só um aviso habitual. Eu confio que daqui ela não tem como fugir”.

Suna acena com a cabeça positivamente “Sem dúvida! Já faz mais de quinhentos anos desde a ultima fuga em Óregon, certamente a segunda não será hoje”.

“Sim, sim” Keinara dá leves tapinhas no ombro da amiga “Eu confio no seu excelente trabalho”. Isso faz Suna sentir-se lisonjeada e renova o seu ânimo.

Suna bate continência de uma forma tão exagerada que Keinara precisa se esforçar para não rir. Depois disso, Keinara responde com uma rápida continência, vira-se e caminha em direção a nave.

Ela estava tão cansada e tão ansiosa pelas férias, que a sua vontade era a de sair saltitando, porém a sua pose de durona foi uma das responsáveis por lhe garantir o respeito da maioria, então, ela apenas seguiu o seu caminho.

Após a nave de Keinara partir, Suna e Zira seguem caminhando por uma das portas do complexo, elas andam em direção a um elevador e sobem até o vigésimo sexto andar.

Suna anda confiante enquanto pensa “É… Está sendo muito tranquilo. Mas também, o que poderia dar errado? Estamos em Óregon!” e sorri.

Pequeno provérbio:

Não é porque as coisas parecem estar dando certo que não podem dar errado. As vezes é só uma questão de tempo.

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